A vida de duas psicólogas que, perante a incapacidade de resolução das suas próprias crises narcísicas e existenciais, resolvem partilha-las.
sexta-feira, julho 12, 2013
sexta-feira, junho 14, 2013
terça-feira, maio 07, 2013
Não era para dizer nada. Não porque não me apeteça mas, simplesmente, porque não vales a pena.Mas, hoje decidi que deves "ouvi-lo".
Durante algum tempo questionei-me onde teria eu falhado. Pensei, até em coisas absurdas. Depois, tive um rasgo de consciência e, conclui que não só não falhei, como te dei muito mais do que recebi. Essa parte não me interessa, quando dou está dado. Só me chateia que não o tenhas merecido. E pior que não teres merecido, foi o não teres agradecido. Mas, nesta bonita idade que são os 35, cheguei à conclusão que não quero pessoas tóxicas na minha vida, casos mal resolvidos ou coisas por dizer.
Assim, sê feliz. A sério. Que eu também o sou. Só não há espaço para ti na minha felicidade. Porque não mereces, porque não sabes o que siginifica ser amigo de alguém e estar sempre lá, quer para alucinações colectivas, quer para chorar quando já não se consegue conter mais as lágrimas.
segunda-feira, maio 06, 2013
terça-feira, abril 09, 2013
quarta-feira, março 20, 2013
quarta-feira, fevereiro 06, 2013
sexta-feira, janeiro 18, 2013
quarta-feira, dezembro 19, 2012
segunda-feira, novembro 05, 2012
quinta-feira, outubro 11, 2012
segunda-feira, agosto 13, 2012
quarta-feira, maio 02, 2012
quarta-feira, abril 18, 2012
Resoluções
Amanhã faço 34 anos. Se fizesse 24 não estaria no meio desta introspecção que me corrói desde manhã. Claro que há factores externos que a despoletaram mas também, uma série deles internos.Os internos eu posso controlar na medida em que os vou percebendo e resolvendo. Já os externos são mais difíceis.
Quando releio este blog (sim, eu leio-o muitas vezes) encontro milhares de partes minhas: a borboleta, a cold heart bitch, a flor de estufa (é, eu tenho uma flor de estufa residente em mim, mas poucos a conhecem), a mãe, a filha, a amiga e outras quantas partes. E concluo sempre a mesma merda (este blog é meu por isso eu digo as asneiras que eu quiser): ONDE FUI EU PARAR, DE REPENTE?
Pois, a questão é pertinente. Os últimos dois anos foram duros, talvez por isso me tenha perdido dentro da mim própria. Talvez tenha deixado de acreditar numa série de capacidades que afinal continuam presentes. Talvez tenha deixado de acreditar em mim. Hoje, com esta moinha psicológica, consolidei uma quantidade de coisas nas quais ando a pensar há meses: que sou quem sou e quem está mal que se mude; que não sou nem rude, nem pouco polida, sou apenas e, ainda bem, espontânea; que um dia cheguei a todos os sítios a que me propus; que sou muita mais amiga de algumas pessoas do que elas são minhas; que não sou só mãe mas também mulher; que não sou leviana nem libertina... apenas tenho quem goste de mim; que sou honesta, séria, fiel, divertida, responsável, directa, bruta, intensa. Que não sou mal educada, burra, sopeira, mentirosa, básica e mesquinha.
Hoje redescobri que o mundo é o que eu quiser e que tenho e sempre tive o poder de tirar o meu barco do fundo. Quase sempre sózinha. Portanto, não será agora que não o vou fazer. E se me apetecer mandar tudo à merda, mando. Porque a vida é minha e quem manda nela sou eu. E que não deixo nunca mais ninguém apoderar-se da minha auto-estima ( que me custou tanto a construir) nem do meu amor próprio e destrui-los como se de lixo se tratassem.
Hoje prometo-me acreditar em mim e encerrar de uma vez por todas as gavetas do armário que me fazem mal, que me fazem chorar, porque apenas servem para isso mesmo.
Hoje, no limite dos 33 e quase nos 34, eu sou eu, Ana, com todos os meus defeitos e virtudes. E eu gosto de quem sou.
Quando releio este blog (sim, eu leio-o muitas vezes) encontro milhares de partes minhas: a borboleta, a cold heart bitch, a flor de estufa (é, eu tenho uma flor de estufa residente em mim, mas poucos a conhecem), a mãe, a filha, a amiga e outras quantas partes. E concluo sempre a mesma merda (este blog é meu por isso eu digo as asneiras que eu quiser): ONDE FUI EU PARAR, DE REPENTE?
Pois, a questão é pertinente. Os últimos dois anos foram duros, talvez por isso me tenha perdido dentro da mim própria. Talvez tenha deixado de acreditar numa série de capacidades que afinal continuam presentes. Talvez tenha deixado de acreditar em mim. Hoje, com esta moinha psicológica, consolidei uma quantidade de coisas nas quais ando a pensar há meses: que sou quem sou e quem está mal que se mude; que não sou nem rude, nem pouco polida, sou apenas e, ainda bem, espontânea; que um dia cheguei a todos os sítios a que me propus; que sou muita mais amiga de algumas pessoas do que elas são minhas; que não sou só mãe mas também mulher; que não sou leviana nem libertina... apenas tenho quem goste de mim; que sou honesta, séria, fiel, divertida, responsável, directa, bruta, intensa. Que não sou mal educada, burra, sopeira, mentirosa, básica e mesquinha.
Hoje redescobri que o mundo é o que eu quiser e que tenho e sempre tive o poder de tirar o meu barco do fundo. Quase sempre sózinha. Portanto, não será agora que não o vou fazer. E se me apetecer mandar tudo à merda, mando. Porque a vida é minha e quem manda nela sou eu. E que não deixo nunca mais ninguém apoderar-se da minha auto-estima ( que me custou tanto a construir) nem do meu amor próprio e destrui-los como se de lixo se tratassem.
Hoje prometo-me acreditar em mim e encerrar de uma vez por todas as gavetas do armário que me fazem mal, que me fazem chorar, porque apenas servem para isso mesmo.
Hoje, no limite dos 33 e quase nos 34, eu sou eu, Ana, com todos os meus defeitos e virtudes. E eu gosto de quem sou.
terça-feira, janeiro 17, 2012
Pablo Alborán - Perdóname (con Carminho)
Se alguma vez me lembrar de te deixar, isto é que sinto, sempre e para sempre!
sexta-feira, dezembro 30, 2011
Meu querido Esquizofrenices,
Venho aqui, especialmente desejar-te um feliz ano novo, melhor que o anterior, no que diz respeito à atenção que te dei.
Prometo que agora no novo ano, que já não estou grávida (espero!!!) e enjoada a toda a hora e gorda e horrível e eteceteras., virei cá mais vezes, para nos rirmos os dois do que escrevo!
Sabes, este ano foi duro! Muito. Muitas provações, muitos testes à minha capacidade de resistência... mas aguentei-me! Concluí que nada na vida é certo ( com esta idade já devia ter chegado lá mas eu sou uma optimista insane) e que hoje temos tudo planeado mas... que amanhã muda, sem aviso. Por isso, para o novo ano, resolvi planear menos e viver mais. Sofrer menos por antecipação e esperar que as coisas sigam o seu curso. Senão, o mais provável é que vá passar uams férias ao Júlio.
Bom, meu querido blog, o dever de mãe chama-me e tenho que ir ali, dar um biberon.
Adeus, adeus...
Prometo que agora no novo ano, que já não estou grávida (espero!!!) e enjoada a toda a hora e gorda e horrível e eteceteras., virei cá mais vezes, para nos rirmos os dois do que escrevo!
Sabes, este ano foi duro! Muito. Muitas provações, muitos testes à minha capacidade de resistência... mas aguentei-me! Concluí que nada na vida é certo ( com esta idade já devia ter chegado lá mas eu sou uma optimista insane) e que hoje temos tudo planeado mas... que amanhã muda, sem aviso. Por isso, para o novo ano, resolvi planear menos e viver mais. Sofrer menos por antecipação e esperar que as coisas sigam o seu curso. Senão, o mais provável é que vá passar uams férias ao Júlio.
Bom, meu querido blog, o dever de mãe chama-me e tenho que ir ali, dar um biberon.
Adeus, adeus...
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