
A vida de duas psicólogas que, perante a incapacidade de resolução das suas próprias crises narcísicas e existenciais, resolvem partilha-las.
sábado, junho 28, 2008
domingo, junho 22, 2008
quarta-feira, junho 18, 2008
Carlota,

Que me desculpem os milhões de leitores do blog, mas este blog É NOSSO e, portanto, eu posso usá-lo para te mandar recados.
Tive a ler os meus posts de, há mais ou menos um ano e, dei por mim, com uma dúvida enooooorme: COMO É QUE TU ME ATURAVAS NAQUELA ALTURA????mélher, que seca de gaja, que amiga deprimida, que gaja lamechas.... sempre com problemas, sempre a sôfrê! Córrore!!!
Ainda bem que isso passou! Que apesar da desgraça toda que nos rodeia (viva a fatalidade!), agente agora só se ri (siiiiiiiim , estou-me a rir, porquê, oh?!), vamos as compras, estudamos que nos fartamos (tem dias), copiamos nas frequências, planeamos a volta a Portugal de Astra e a nossa viagem às Maldivas, enfim...É a loucura! Uma vida desenfreada!
E, já agora, respondendo à tua questão de ontem, sim, podes tratar-me por "pretty woman".
Beijos-los!
Tive a ler os meus posts de, há mais ou menos um ano e, dei por mim, com uma dúvida enooooorme: COMO É QUE TU ME ATURAVAS NAQUELA ALTURA????mélher, que seca de gaja, que amiga deprimida, que gaja lamechas.... sempre com problemas, sempre a sôfrê! Córrore!!!
Ainda bem que isso passou! Que apesar da desgraça toda que nos rodeia (viva a fatalidade!), agente agora só se ri (siiiiiiiim , estou-me a rir, porquê, oh?!), vamos as compras, estudamos que nos fartamos (tem dias), copiamos nas frequências, planeamos a volta a Portugal de Astra e a nossa viagem às Maldivas, enfim...É a loucura! Uma vida desenfreada!
E, já agora, respondendo à tua questão de ontem, sim, podes tratar-me por "pretty woman".
Beijos-los!
Época de Frequências - Ano lectivo 2007/2008
Diz que parece que, no meio dos processos primário e secundário de projecção e percepção, respectivamente, o meu shift não oscilou como devia e eu fiquei, ali, presa, numa realidade fantasmática.... meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeedo, muito medo!!!!!
sexta-feira, junho 13, 2008
quarta-feira, junho 11, 2008
ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA....
domingo, junho 08, 2008
Gosto e pronto!
Tu és minha
São três horas, sinto frio
Quero dormir e não consigo
Quero ver-te e sentir-te, estar contigo
Se não estás admito
Fico so e tão aflito
Volto atrás dou o dito por não dito
No jogo solitário contigo
Tu és o fogo onde me quero queimar
Eu sou um barco vazio à procura do teu rio
E sem ter nada a perder
Eu só te quero dizer
Tu és minha e só minha, toda minha
E agora com quem estás
Eu só te quero pedir por favor
Larga tudo e vem curar esta dor
Minha, tu és minha e só minha
E agora com quem estás
Sei que no teu peito eu vou sempre estar
Sei que ninguém ocupa o meu lugar
Já são seis e acordado
Imagino-te a meu lado
Onde estas, estou aqui
Eu sou parte de ti e tu és parte de mim
Tu és minha e só minha, toda minha
E agora com quem estás
Só te quero pedir por favor
Larga tudo e vem curar esta dor
Minha, tu és minha e só minha
E agora com quem estás
Sei que no teu peito eu vou sempre estar
Sei que ninguém ocupa o meu lugar
Que horas são, tanto faz
Eu não sei onde estás.
São três horas, sinto frio
Quero dormir e não consigo
Quero ver-te e sentir-te, estar contigo
Se não estás admito
Fico so e tão aflito
Volto atrás dou o dito por não dito
No jogo solitário contigo
Tu és o fogo onde me quero queimar
Eu sou um barco vazio à procura do teu rio
E sem ter nada a perder
Eu só te quero dizer
Tu és minha e só minha, toda minha
E agora com quem estás
Eu só te quero pedir por favor
Larga tudo e vem curar esta dor
Minha, tu és minha e só minha
E agora com quem estás
Sei que no teu peito eu vou sempre estar
Sei que ninguém ocupa o meu lugar
Já são seis e acordado
Imagino-te a meu lado
Onde estas, estou aqui
Eu sou parte de ti e tu és parte de mim
Tu és minha e só minha, toda minha
E agora com quem estás
Só te quero pedir por favor
Larga tudo e vem curar esta dor
Minha, tu és minha e só minha
E agora com quem estás
Sei que no teu peito eu vou sempre estar
Sei que ninguém ocupa o meu lugar
Que horas são, tanto faz
Eu não sei onde estás.
quinta-feira, junho 05, 2008
terça-feira, maio 27, 2008
segunda-feira, maio 19, 2008
domingo, maio 18, 2008
sábado, maio 17, 2008
E é o que axuxéde:
Eu deveria estar a fazer um trabalho sobre Rorschach. E outro sobre Orientação Vocacional. E outro sobre Grupos Focais. E a estudar estatística.
Resumindo, eu devia estar a investir no meu futuro e estou aqui a vegetar, a pensar em m#$&&/%!
That´s me...
Resumindo, eu devia estar a investir no meu futuro e estou aqui a vegetar, a pensar em m#$&&/%!
That´s me...
terça-feira, maio 13, 2008
Há palavras que nos beijam...

"Mãe, eu tive à espera de ti..."
Isto, dito por uma criaturinha de 1 metro, que ainda faz covinhas nas mãos e que têm uma certa tendência para ser sopinha de massssssssa e ouvido à meia noite, de um dia particularmente extenuante... Compensa. Compensa tudo o que de menos bom pode ter acontecido.
Eu também te AMO, Madalena!!!
quinta-feira, maio 08, 2008
Abrir a cortina
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios...Por isso, canta, ri, dança, chora e vive intensamente cada momento da tua vida...antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos!!!
Charles Chaplin
Charles Chaplin
segunda-feira, maio 05, 2008
Redimensionar e afins
Comecei este post pelo título, sem saber muito bem o que tenho para dizer.
Parece-me que este "redimensionar" que me surgiu, de repente na cabeça, deve querer dizer "rever". Rever prioridades, objectivos, sentimentos ou a falta deles, emoções, vontades, metas...
Dou por mim, sentada aqui, sem saber se é aqui que quero estar, se afinal é isto que quero fazer, se poderia fazer outra coisa, se poderia fazer melhor ou pior.
Gostava de me contentar só e pronto. De não querer saber sempre o que está por trás. De não me sentir assim. Assim desta forma insatisfeita, de quem, a dada altura, já não sabe muito bem se quer estar aqui.
Leio os meus posts e acho que digo sempre o mesmo. Que estou farta. Chateada. Aborrecida. Zangada. E, por fim, indecisa. Sempre indecisa. Sempre na linha ténue do "faço ou não faço".
Não estou farta da minha vida, nem pouco mais ou menos. Não estou, aliás, farta de nada. Mas tenho-me apercebido que, ultimamente, arranjo uma série de subterfúgios para não me confrontar com o que realmente importa. Porquê, é a questão que me vem muitas vezes ao pensamento. E lá no fundo eu até sei a resposta. Só não quero é pô-la em prática.
Passamos a vida a correr atrás de qualquer coisa e quando finalmente a temos, achamos que volta a faltar, novamente, qualquer coisa.
Pode parecer estúpido ou, se calhar, é já defeito profissional antecipado mas, tenho medo de ter medo. Tenho medo de ter medo e não conseguir resolver esse medo (é confuso, eu sei!!... acho que nem eu consigo dissecar o que escrevi embora, saiba perfeitamente o que significa).
Basicamente, tenho medo. Medo de ter medo não sei bem do quê.
Parece-me que este "redimensionar" que me surgiu, de repente na cabeça, deve querer dizer "rever". Rever prioridades, objectivos, sentimentos ou a falta deles, emoções, vontades, metas...
Dou por mim, sentada aqui, sem saber se é aqui que quero estar, se afinal é isto que quero fazer, se poderia fazer outra coisa, se poderia fazer melhor ou pior.
Gostava de me contentar só e pronto. De não querer saber sempre o que está por trás. De não me sentir assim. Assim desta forma insatisfeita, de quem, a dada altura, já não sabe muito bem se quer estar aqui.
Leio os meus posts e acho que digo sempre o mesmo. Que estou farta. Chateada. Aborrecida. Zangada. E, por fim, indecisa. Sempre indecisa. Sempre na linha ténue do "faço ou não faço".
Não estou farta da minha vida, nem pouco mais ou menos. Não estou, aliás, farta de nada. Mas tenho-me apercebido que, ultimamente, arranjo uma série de subterfúgios para não me confrontar com o que realmente importa. Porquê, é a questão que me vem muitas vezes ao pensamento. E lá no fundo eu até sei a resposta. Só não quero é pô-la em prática.
Passamos a vida a correr atrás de qualquer coisa e quando finalmente a temos, achamos que volta a faltar, novamente, qualquer coisa.
Pode parecer estúpido ou, se calhar, é já defeito profissional antecipado mas, tenho medo de ter medo. Tenho medo de ter medo e não conseguir resolver esse medo (é confuso, eu sei!!... acho que nem eu consigo dissecar o que escrevi embora, saiba perfeitamente o que significa).
Basicamente, tenho medo. Medo de ter medo não sei bem do quê.
quinta-feira, maio 01, 2008
“Sonhamos em forma de narrativa, fantasiamos acordados em narrativa, recordamos, antecipamos, temos esperança, ficamos desesperados, acreditamos, duvidamos, planeamos, revemos, criticamos, construímos, aprendemos, odiamos, amamos em narrativa. Para vivermos, construímos histórias acerca de nós próprios e dos outros, acerca do passado e do futuro, pessoal e social.”
Hardy
Hardy
segunda-feira, abril 28, 2008
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