Life is a game we have to play
A vida de duas psicólogas que, perante a incapacidade de resolução das suas próprias crises narcísicas e existenciais, resolvem partilha-las.
terça-feira, maio 27, 2008
segunda-feira, maio 19, 2008
domingo, maio 18, 2008
sábado, maio 17, 2008
E é o que axuxéde:
Eu deveria estar a fazer um trabalho sobre Rorschach. E outro sobre Orientação Vocacional. E outro sobre Grupos Focais. E a estudar estatística.
Resumindo, eu devia estar a investir no meu futuro e estou aqui a vegetar, a pensar em m#$&&/%!
That´s me...
Resumindo, eu devia estar a investir no meu futuro e estou aqui a vegetar, a pensar em m#$&&/%!
That´s me...
terça-feira, maio 13, 2008
Há palavras que nos beijam...

"Mãe, eu tive à espera de ti..."
Isto, dito por uma criaturinha de 1 metro, que ainda faz covinhas nas mãos e que têm uma certa tendência para ser sopinha de massssssssa e ouvido à meia noite, de um dia particularmente extenuante... Compensa. Compensa tudo o que de menos bom pode ter acontecido.
Eu também te AMO, Madalena!!!
quinta-feira, maio 08, 2008
Abrir a cortina
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios...Por isso, canta, ri, dança, chora e vive intensamente cada momento da tua vida...antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos!!!
Charles Chaplin
Charles Chaplin
segunda-feira, maio 05, 2008
Redimensionar e afins
Comecei este post pelo título, sem saber muito bem o que tenho para dizer.
Parece-me que este "redimensionar" que me surgiu, de repente na cabeça, deve querer dizer "rever". Rever prioridades, objectivos, sentimentos ou a falta deles, emoções, vontades, metas...
Dou por mim, sentada aqui, sem saber se é aqui que quero estar, se afinal é isto que quero fazer, se poderia fazer outra coisa, se poderia fazer melhor ou pior.
Gostava de me contentar só e pronto. De não querer saber sempre o que está por trás. De não me sentir assim. Assim desta forma insatisfeita, de quem, a dada altura, já não sabe muito bem se quer estar aqui.
Leio os meus posts e acho que digo sempre o mesmo. Que estou farta. Chateada. Aborrecida. Zangada. E, por fim, indecisa. Sempre indecisa. Sempre na linha ténue do "faço ou não faço".
Não estou farta da minha vida, nem pouco mais ou menos. Não estou, aliás, farta de nada. Mas tenho-me apercebido que, ultimamente, arranjo uma série de subterfúgios para não me confrontar com o que realmente importa. Porquê, é a questão que me vem muitas vezes ao pensamento. E lá no fundo eu até sei a resposta. Só não quero é pô-la em prática.
Passamos a vida a correr atrás de qualquer coisa e quando finalmente a temos, achamos que volta a faltar, novamente, qualquer coisa.
Pode parecer estúpido ou, se calhar, é já defeito profissional antecipado mas, tenho medo de ter medo. Tenho medo de ter medo e não conseguir resolver esse medo (é confuso, eu sei!!... acho que nem eu consigo dissecar o que escrevi embora, saiba perfeitamente o que significa).
Basicamente, tenho medo. Medo de ter medo não sei bem do quê.
Parece-me que este "redimensionar" que me surgiu, de repente na cabeça, deve querer dizer "rever". Rever prioridades, objectivos, sentimentos ou a falta deles, emoções, vontades, metas...
Dou por mim, sentada aqui, sem saber se é aqui que quero estar, se afinal é isto que quero fazer, se poderia fazer outra coisa, se poderia fazer melhor ou pior.
Gostava de me contentar só e pronto. De não querer saber sempre o que está por trás. De não me sentir assim. Assim desta forma insatisfeita, de quem, a dada altura, já não sabe muito bem se quer estar aqui.
Leio os meus posts e acho que digo sempre o mesmo. Que estou farta. Chateada. Aborrecida. Zangada. E, por fim, indecisa. Sempre indecisa. Sempre na linha ténue do "faço ou não faço".
Não estou farta da minha vida, nem pouco mais ou menos. Não estou, aliás, farta de nada. Mas tenho-me apercebido que, ultimamente, arranjo uma série de subterfúgios para não me confrontar com o que realmente importa. Porquê, é a questão que me vem muitas vezes ao pensamento. E lá no fundo eu até sei a resposta. Só não quero é pô-la em prática.
Passamos a vida a correr atrás de qualquer coisa e quando finalmente a temos, achamos que volta a faltar, novamente, qualquer coisa.
Pode parecer estúpido ou, se calhar, é já defeito profissional antecipado mas, tenho medo de ter medo. Tenho medo de ter medo e não conseguir resolver esse medo (é confuso, eu sei!!... acho que nem eu consigo dissecar o que escrevi embora, saiba perfeitamente o que significa).
Basicamente, tenho medo. Medo de ter medo não sei bem do quê.
quinta-feira, maio 01, 2008
“Sonhamos em forma de narrativa, fantasiamos acordados em narrativa, recordamos, antecipamos, temos esperança, ficamos desesperados, acreditamos, duvidamos, planeamos, revemos, criticamos, construímos, aprendemos, odiamos, amamos em narrativa. Para vivermos, construímos histórias acerca de nós próprios e dos outros, acerca do passado e do futuro, pessoal e social.”
Hardy
Hardy
segunda-feira, abril 28, 2008
No teu Poema
No teu poema
Existe um verso em branco e sem medida
Um corpo que respira, um céu aberto
Janela debruçada para a vida
No teu poema existe a dor calada lá no fundo
O passo da coragem em casa escura
E, aberta, uma varanda para o mundo.
Existe a noite
O riso e a voz refeita à luz do dia
A festa da senhora da agonia
E o cansaço
Do corpo que adormece em cama fria.
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe o grito e o eco da metralha
A dor que sei de cor mas não recito
E os sonhos inquietos de quem falha.
No teu poema
Existe um cantochão alentejano
A rua e o pregão de uma varina
E um barco assoprado a todo o pano
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe a esperança acesa atrás do muro
Existe tudo o mais que ainda escapa
E um verso em branco à espera de futuro.
Carlos do Carmo
Existe um verso em branco e sem medida
Um corpo que respira, um céu aberto
Janela debruçada para a vida
No teu poema existe a dor calada lá no fundo
O passo da coragem em casa escura
E, aberta, uma varanda para o mundo.
Existe a noite
O riso e a voz refeita à luz do dia
A festa da senhora da agonia
E o cansaço
Do corpo que adormece em cama fria.
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe o grito e o eco da metralha
A dor que sei de cor mas não recito
E os sonhos inquietos de quem falha.
No teu poema
Existe um cantochão alentejano
A rua e o pregão de uma varina
E um barco assoprado a todo o pano
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe a esperança acesa atrás do muro
Existe tudo o mais que ainda escapa
E um verso em branco à espera de futuro.
Carlos do Carmo
sábado, abril 26, 2008
sexta-feira, abril 25, 2008
terça-feira, abril 22, 2008
Orgulho
orgulho
substantivo masculino
1.
conceito exagerado que alguém faz de si próprio;
2.
vaidade;
3.
soberba; altivez;
4.
dignidade; brio; pundonor;
(Do germ. urgôli, «altivez», pelo cat. orgull, «orgulho», pelo cast. orgullo, «id.»)
Aparentemente é só um conceito.
Aplicado à realidade torna-se estúpido, por vezes.
Quem usa e abusa dele não sei o que ganha, o que leva, o que mantém.
Será, então, rancor?
Talvez...
substantivo masculino
1.
conceito exagerado que alguém faz de si próprio;
2.
vaidade;
3.
soberba; altivez;
4.
dignidade; brio; pundonor;
(Do germ. urgôli, «altivez», pelo cat. orgull, «orgulho», pelo cast. orgullo, «id.»)
Aparentemente é só um conceito.
Aplicado à realidade torna-se estúpido, por vezes.
Quem usa e abusa dele não sei o que ganha, o que leva, o que mantém.
Será, então, rancor?
Talvez...
segunda-feira, abril 21, 2008
domingo, abril 20, 2008
Resume-se
Penso nas pessoas que passaram na minha vida, nas que ainda estão presentes, nas que conheço recentemente, no que fiz da minha vida, no que ainda me espera, no que quero ser, no que quero ter, concluo: tem muito a ver com pessoas, com o significado delas para mim. As pessoas que com os seus defeitos, amores, virtudes, orgulhos, pecados, desejos, me têm feito rir ou chorar, me têm feito crescer mas nunca regredir. É, nunca regredir. Porque com cada uma aprendo, admiro, amo, desprezo, ignoro. Isso faz-me crescer. Faz-me querer ser melhor comigo e com os outros. Comigo! O mais importante é querer ser melhor comigo. Esqueço-me algumas vezes de ser melhor comigo. E são as pessoas que me dão a mão, as que me abraçam, que me amam, as que me enganam, as que me magoam, são essas que me têm levado a perceber que tenho de ser melhor comigo.
sábado, abril 19, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
Saudade
É uma sensação que mói.
Mói, por dentro, quase de forma imperceptível.
Aperta-nos o peito.
Provoca-nos tristeza.
Tira-nos, por vezes, o alento.
E outras quase que parece que nos mata.
Mas não. Não mata. Só desgasta.
Mói, por dentro, quase de forma imperceptível.
Aperta-nos o peito.
Provoca-nos tristeza.
Tira-nos, por vezes, o alento.
E outras quase que parece que nos mata.
Mas não. Não mata. Só desgasta.
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