terça-feira, julho 31, 2007

Oops!

Uma da manhã, HEY, vem com duas da manhã, HEY...


Foi um breve momento de lócura, a emissão prossegue dentro de minutos....

Revi


E voltei a chorar que eu sei lá!!!!

segunda-feira, julho 30, 2007

Dias Cinzentos

Apetece-me mudar. Não sei bem o quê mas apetece-me. Talvez mudar de cabelo, de casa, de carro. Mas qando me ponho a pensar chego à conclusão que mudei isso tudo nos últimos três meses e continuei exactamente com o mesmo sentimento de vazio. Talvez se mudar de pessoas, de formas de agir, de vida até (cá vem a minha veia fatalista) resolvo este vazio interior que tem dias que me parece tão grande que até me esqueço de ver as coisas boas que existem à minha volta. É, hoje estou num dia desses. Apesar do sol brilhar que se farta, tudo me parece cinzento e sem piada. Tudo corre mal. Todos me desapontam. Todos os meus medos vêm ao cimo. E falta-me a vontade de dar a volta por cima. Torno-me egoísta e chata. Mas o que fazer??? Não encontro a resposta apesar de saber que ela está em mim. Por mais que a procure ela parece que foge a toda a hora. E torno-me cizenta também. E cada vez mais alheia ao que me rodeia. Sem grande vontade de ter ou ser. Só me ocorre dizer: Sometimes, life sucks....

quinta-feira, julho 26, 2007

Aaaaaahhhhh

Gosto tanto do calor!

TAJ MAHAL


O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra (Índia).
Este monumento de mármore branco é incrustado de pedras semipreciosas e a cúpula é costurada com fios de ouro.
Foi mandado construir pelo imperador Shah Jahan (1630-1652) em memória da esposa favorita Aryumand Banu Begam a quem chamava de Muntaz Mahal que significa a jóia do palácio.
Aryumand Banu Begam morreu depois de dar à luz o 14º filho, o Taj Mahal foi construído sob o seu túmulo junto ao rio Yamuna.
Apesar da sua opulência o Taj Mahal é um gigantesco mausoléu e não um palácio, ao contrário do que muitos pensam.
Diz a lenda que quem o visita consegue encontrar o verdadeiro amor e fica com ele até à morte.
É agora uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

Encontrar o amor verdadeiro custa à volta de 1.509 € (c/ taxas) e demora mais ou menos oito dias.

terça-feira, julho 24, 2007

Só para informar

Bem.... parece que fomos nomeadas. Que grande responsabilidade.

Era...


domingo, julho 22, 2007

COMUNICADO DE ULTIMA HORA

Exmos. Srs. Quase Inexistentes Leitores deste Bolg:

Venho, por este meio pedir-vos o grande favor de desconsiderarem todos os posts, por mim escritos, no período compreendido entre 19 e 20 de Julho do corrente. A razão de ser dos mesmos prende-se com o facto de eu ter tido uma recaída na toxicodependência nomedamente, ao nível dos alucinógeneos. A culpa foi da minha mãe que fez bifes com cogumelos.
Eternamente grata,

Eu



PS: Obrigada Carlota, por me teres levado, ontem, ao hospital para me fazerem uma lavagem ao estomâgo e hemodiálise. Prometo que quando acontecer contigo eu farei exactamente o mesmo e também te seguro na mão durante o processo.

sábado, julho 21, 2007

sexta-feira, julho 20, 2007

Rest in peace

You´re dead Mr. G.. Rest in peace.

Resposta

Querida Carlota,

Em resposta ao teu inesperado momento bloguiano,quero dizer-te que concordo piamente com tudo o que dissestes. Se bem que, às vezes não era mau ficar em casa só a preocupar-me com o ponto de cruz e o refogado. Tinhamos era uma problema: não sei cozinhar e menos ainda fazer ponto de cruz. Hã? como é que me casei sem saber fazer essas duas coisas? Epa... foi fácil. Tenho BUEDA CÓLIDADES. Uma delas é saber exactamente o que não quero. E embora, às vezes, a auto estima me desça abaixo do nível do mar, no geral até tenho uma certa piada. E, dizem também, que sou gira. É verdade.
Tou triste....

Auto-Punição!


Cada roca tem o seu fuso!

Depois de ler o monólogo de uma mulher moderna e reflectir sobre o exposto, tenho de discordar com algumas coisas. Eu não gostava de voltar ao tempo da minha avó! Passar o dia a bordar, a trocar receitas e com as amigas, isso não acontecia, pelo menos com a minha avó! O dia era mais: levantar às 04h da manhã, ordenhar as vacas, acordar os miúdos e irem todos para o campo para a apanha de qualquer coisa que estivesse pronta para ser apanhada, os momentos altos do dia eram a hora do almoço em que todos se sentavam e conversavam sobre o tempo e as vizinhas e à noite quando todos se sentavam em volta da lareira e comiam à luz de velas! Bela visão! Eu nasci no tempo certo! Como é que nós se tivéssemos a vida das nossas avós iríamos apreciar coisas como as telenovelas (não haviam, porque as mulheres não trabalhavam, se houvesse só com homens), a pílula (para quê?), passear (sair de casa? atão, se não sabemos ler, não tiramos a carta, sem isso não se conduz, íamos a pé? tínhamos ordem para sair?). A Internet, para quê? (eu nem sei ler, como vou usar um computador? modernices!) Haja panelas e comida e casa para esfregar e tanque para lavar a roupa, bordados e receitas (blheag).

Benditas rebeldes feministas que apareceram em boa hora e que deram às mulheres a oportunidade de também elas poderem aprender a ler, conduzir, muito importante: ter amigos homens sem que isso faça delas umas desvairadas, levianas. Porque no tempo das nossas avós (pelo menos a minha) os homens podiam, mas para as mulheres era “puribido” de “puribição”, até porque nunca se tinha muito tempo, tinha de se tratar da casa, do marido e dos filhos (geralmente à volta de cinco) ainda por cima não havia televisão e no fim o homem ainda saia à noite para ir à taberna beber um copo com os colegas e depois voltava e ai de que alguma coisa não estivesse como queria, catraz.

Eu não me contento apenas com a cozinha, a tábua de passar a ferro e o belo do avental! Gosto muito de trabalhar, de ter amigos, de ter ambições ao nível da realização pessoal (refiro-me ao sucesso profissional), de poder estudar em qualquer escola, tirar o curso que me apetecer, ter telemóvel e acima de tudo sentir que de alguma forma sou respeitada (embora em algumas situações o respeito não surja como o idealizamos), essas coisas todas que uma mulher gosta, claro que esta é a minha opinião, mas não a de todas as mulheres.

Bendita Marquesa de Condorcet, que lutou pela educação feminina;
Bendita Mary Wollstonecraft que escreveu sobre a reivindicação dos direitos da mulher, onde defendia uma educação para que aproveitassem o seu potencial humano;
Bendita Marie Curie que ganhou o Prémio Nobel da Físca pelas investigações sobre os fenómenos da radiação (olha se ela estivesse em casa a cuidar do marido, não utilizava toda a sua inteligência, talvez fizesse grandes cozinhados, nunca se sabe).

Atenção, não confundir as minhas palavras com feminismo excessivo porque não se trata disso, apenas estou a constatar factos de grande evolução!

Claro que nem tudo são rosas e maravilhas, existem desvantagens, e aí tenho de concordar com a escritora do monólogo, os homens afastam-se mais de nós, e os relacionamentos tornam-se, infelizmente, guerras de força! Afinal quem manda!? (guerra estúpida). Eles sentem admiração por mulheres independentes e inteligentes, mas não conseguem viver com elas (não generalizando) mas que há casos assim há! Depois há a merda das exigências da sociedade em que a mulher tem de ser uma linda borboleta e não um bichinho da seda. Se bem que antigamente a mulher tinha de andar lavadinha e perfumada para quando o marido chegasse a casa olhasse para ela (mesmo que não tomasse banho não fazia mal) e tivessem um serão à volta da lareira em harmonia, até ele ir para a taberna.

Mas como isto de mulher moderna e independente é muito recente e como em todas as coisas, há que alinhavar umas quantas questões para deixarmos de ser as super-mulheres em que nos tornámos (vida domestica vs vida profissional).

Já conseguimos muitas coisas! Agora, na maioria das vezes, já não nos dão ordens, pedem, dizem coisas como: por favor e obrigado substituindo-as por JÁ e DEMORA MUITO!

Em suma: tudo isto para dizer que não tenho mesmo feitio para ser apenas uma mulher que trata da casa, dos filhos e do marido. E com isto não me sinto minimamente idiota!

It's life

e aqui está esta enorme besta a olhar para um monitor...

quinta-feira, julho 19, 2007

Nicolau e Rudolfo

Nem sei por onde começar. O turbilhão de emoções é tão grande que o peito vai explodir. Se me oferecessem uma anestesiazinha geral era capaz de aceitar. Se bem que estou mais ou menos anestesiada.E f"#!$%&/&% também. Comigo própria. Por achar, ainda, que o Nicolau vem da Lapónia num trenó e tem uma rena chamada Rudolfo. Bem que eu hoje poderia ser uma rena. Ou uma cobra. Venenosa, de preferência. Aliás, mais ser rastejante do que o me sinto é, de todo, impossível.A expressão "o que não nos mata torna-nos mais fortes" não se aplica.De maneira nenhuma. Hoje é o dia do " o que não nos desgraça de vez e nos faz abrir os olhos, trucida-nos as entranhas lentamente". É verdade. Estou numa de auto comiseração. Mas também tenho direito. Estou sempre lá, para tudo e todos, para dizer umas piadas e fazer de palhaço da festa. E hoje??? Quem está cá para me fazer rir? No one... I am alone on the cross road. É isso. Que vai cá dentro. Parece que afinal fui eu quem levou com o TIR. E de frente. E ele vinha a uma velocidade vertiginosa. E depois, sou injusta. INJUSTA???? Injusta não. Mas camela e acefala, talvez. Sim, acefala é o termo certo. Descerebrada, may be. E parola. Afinal cheguei ontem da Lourinhã. Vim de expresso. Expressamente para a estupidez. Que é o mínimo. Também... era expectável, querida. Só tu é que não chegaste lá... E sim, continua com o Youtube aberto a ouvir musicol de fazer chorar as pedras da calçada e não, não tomes um Xanax 3000 mg, não te assoes e não limpes a cara que não é necessário. Continua assim. E vais ver que só custa a primeira. A seguir já é normal e até se torna necessário. E até vais gostar de ouvir a frase "não te quero fazer sofrer". Sim, porque ninguém gosta de ver os outros sofrerem. Ninguém mesmo. Só eu própria é que gosto. De me fazer sofrer. E de me sentar todos os anos na chaminé à espera do Santa Claus e da rena...Um dia, garantidamente, eles hão-de chegar.

iris goo goo dolls

Enfim...

I´m so fucking Bridget...

quarta-feira, julho 18, 2007

The mermaid Beyonce Knowles singing Dangerously in Love

Gato Fedorento - Gorda Mesmo Gorda

Dias da semana e personalidade

Descobri, recentemente, que tenho, pelo menos, sete personalidades!!!Isto é, de acordo com o dia em que estou. O que não é mau de todo. Isso até faz de mim uma pessoa, ainda mais, polivalente, gira, simpática, interessante... bem, isso tudo já se sabe!!! Mas, analisando a coisa friamente,constatei o seguinte:
Segunda Feira: Sou o ser mais profissional que existe. O e mais bruto também... Chego, inclusivamente, ao extremo de pedir favores e agir como se fosse ao contrário.
Terça Feira: Sou supé dondoca. Por norma, antes de chegar ao trabalho, passo pelo CascaisShopping. Compro qualquer coisita. Fico radiante da vida. Regra geral, arrasto o chefe comigo, que é minha mãe, por acaso e, tudo corre menos mal. Também vou ao cabeleireiro a horas em que deveria estar a trabalhar. E à depilação. E pôr o carro a lavar.
Quarta Feira: É um dia muito mau. Nunca me apetece fazer nada. Mas é que nada mesmo.Sou da espécie parasita. Acordo sempre atrasada, levo a minha filha à escola a horas que não lembram a ninguém. Arrasto-me, faço um esforço descomunal para usar o cérebro. Às vezes consigo. Outras nem por isso.
Quinta Feira: Volto a ser profissional. Mas com um "quê" de autoritário... Quero tudo feito já e agora. Não sou tolerante. Nem me esforço para. Anda tudo a voar à minha volta, incluindo eu própria às vezes. É dos dias em que mais produzo por hora.
Sexta Feira: Sou light. Aliás, tudo em mim é light. Como, conduzo, gosto, mando, peço, faço, dou, etc., de forma light.É tudo superficial.
Sábado: Sou doméstica. E gosto de o ser. Tenho uma relação perfeita com o aspirador, o pano do pó, a vaporetta e a máquina de lavar. Só não uso um lencinho e um avental porque ainda ninguém me ofereceu no Natal. Mas gostava.
Domingo: Encarno um vegetal. Talvez uma beringela. Vegeto imenso por toda a parte. Em casa dos outros, na minha casa, no carro, na banheira, no sofá, na praia, onde calhar. Normalmente, o cérebro fica na casa de banho dentro de um frasquinho. Rio-me muito, muitas vezes sem saber porquê.

...this is me... é quarta feira...