Simplesmente lindo!
A vida de duas psicólogas que, perante a incapacidade de resolução das suas próprias crises narcísicas e existenciais, resolvem partilha-las.
domingo, junho 22, 2008
quarta-feira, junho 18, 2008
Carlota,

Que me desculpem os milhões de leitores do blog, mas este blog É NOSSO e, portanto, eu posso usá-lo para te mandar recados.
Tive a ler os meus posts de, há mais ou menos um ano e, dei por mim, com uma dúvida enooooorme: COMO É QUE TU ME ATURAVAS NAQUELA ALTURA????mélher, que seca de gaja, que amiga deprimida, que gaja lamechas.... sempre com problemas, sempre a sôfrê! Córrore!!!
Ainda bem que isso passou! Que apesar da desgraça toda que nos rodeia (viva a fatalidade!), agente agora só se ri (siiiiiiiim , estou-me a rir, porquê, oh?!), vamos as compras, estudamos que nos fartamos (tem dias), copiamos nas frequências, planeamos a volta a Portugal de Astra e a nossa viagem às Maldivas, enfim...É a loucura! Uma vida desenfreada!
E, já agora, respondendo à tua questão de ontem, sim, podes tratar-me por "pretty woman".
Beijos-los!
Tive a ler os meus posts de, há mais ou menos um ano e, dei por mim, com uma dúvida enooooorme: COMO É QUE TU ME ATURAVAS NAQUELA ALTURA????mélher, que seca de gaja, que amiga deprimida, que gaja lamechas.... sempre com problemas, sempre a sôfrê! Córrore!!!
Ainda bem que isso passou! Que apesar da desgraça toda que nos rodeia (viva a fatalidade!), agente agora só se ri (siiiiiiiim , estou-me a rir, porquê, oh?!), vamos as compras, estudamos que nos fartamos (tem dias), copiamos nas frequências, planeamos a volta a Portugal de Astra e a nossa viagem às Maldivas, enfim...É a loucura! Uma vida desenfreada!
E, já agora, respondendo à tua questão de ontem, sim, podes tratar-me por "pretty woman".
Beijos-los!
Época de Frequências - Ano lectivo 2007/2008
Diz que parece que, no meio dos processos primário e secundário de projecção e percepção, respectivamente, o meu shift não oscilou como devia e eu fiquei, ali, presa, numa realidade fantasmática.... meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeedo, muito medo!!!!!
sexta-feira, junho 13, 2008
quarta-feira, junho 11, 2008
ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA, ANA ESTUDA, CARLOTA ESTUDA....
domingo, junho 08, 2008
Gosto e pronto!
Tu és minha
São três horas, sinto frio
Quero dormir e não consigo
Quero ver-te e sentir-te, estar contigo
Se não estás admito
Fico so e tão aflito
Volto atrás dou o dito por não dito
No jogo solitário contigo
Tu és o fogo onde me quero queimar
Eu sou um barco vazio à procura do teu rio
E sem ter nada a perder
Eu só te quero dizer
Tu és minha e só minha, toda minha
E agora com quem estás
Eu só te quero pedir por favor
Larga tudo e vem curar esta dor
Minha, tu és minha e só minha
E agora com quem estás
Sei que no teu peito eu vou sempre estar
Sei que ninguém ocupa o meu lugar
Já são seis e acordado
Imagino-te a meu lado
Onde estas, estou aqui
Eu sou parte de ti e tu és parte de mim
Tu és minha e só minha, toda minha
E agora com quem estás
Só te quero pedir por favor
Larga tudo e vem curar esta dor
Minha, tu és minha e só minha
E agora com quem estás
Sei que no teu peito eu vou sempre estar
Sei que ninguém ocupa o meu lugar
Que horas são, tanto faz
Eu não sei onde estás.
São três horas, sinto frio
Quero dormir e não consigo
Quero ver-te e sentir-te, estar contigo
Se não estás admito
Fico so e tão aflito
Volto atrás dou o dito por não dito
No jogo solitário contigo
Tu és o fogo onde me quero queimar
Eu sou um barco vazio à procura do teu rio
E sem ter nada a perder
Eu só te quero dizer
Tu és minha e só minha, toda minha
E agora com quem estás
Eu só te quero pedir por favor
Larga tudo e vem curar esta dor
Minha, tu és minha e só minha
E agora com quem estás
Sei que no teu peito eu vou sempre estar
Sei que ninguém ocupa o meu lugar
Já são seis e acordado
Imagino-te a meu lado
Onde estas, estou aqui
Eu sou parte de ti e tu és parte de mim
Tu és minha e só minha, toda minha
E agora com quem estás
Só te quero pedir por favor
Larga tudo e vem curar esta dor
Minha, tu és minha e só minha
E agora com quem estás
Sei que no teu peito eu vou sempre estar
Sei que ninguém ocupa o meu lugar
Que horas são, tanto faz
Eu não sei onde estás.
quinta-feira, junho 05, 2008
terça-feira, maio 27, 2008
segunda-feira, maio 19, 2008
domingo, maio 18, 2008
sábado, maio 17, 2008
E é o que axuxéde:
Eu deveria estar a fazer um trabalho sobre Rorschach. E outro sobre Orientação Vocacional. E outro sobre Grupos Focais. E a estudar estatística.
Resumindo, eu devia estar a investir no meu futuro e estou aqui a vegetar, a pensar em m#$&&/%!
That´s me...
Resumindo, eu devia estar a investir no meu futuro e estou aqui a vegetar, a pensar em m#$&&/%!
That´s me...
terça-feira, maio 13, 2008
Há palavras que nos beijam...

"Mãe, eu tive à espera de ti..."
Isto, dito por uma criaturinha de 1 metro, que ainda faz covinhas nas mãos e que têm uma certa tendência para ser sopinha de massssssssa e ouvido à meia noite, de um dia particularmente extenuante... Compensa. Compensa tudo o que de menos bom pode ter acontecido.
Eu também te AMO, Madalena!!!
quinta-feira, maio 08, 2008
Abrir a cortina
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios...Por isso, canta, ri, dança, chora e vive intensamente cada momento da tua vida...antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos!!!
Charles Chaplin
Charles Chaplin
segunda-feira, maio 05, 2008
Redimensionar e afins
Comecei este post pelo título, sem saber muito bem o que tenho para dizer.
Parece-me que este "redimensionar" que me surgiu, de repente na cabeça, deve querer dizer "rever". Rever prioridades, objectivos, sentimentos ou a falta deles, emoções, vontades, metas...
Dou por mim, sentada aqui, sem saber se é aqui que quero estar, se afinal é isto que quero fazer, se poderia fazer outra coisa, se poderia fazer melhor ou pior.
Gostava de me contentar só e pronto. De não querer saber sempre o que está por trás. De não me sentir assim. Assim desta forma insatisfeita, de quem, a dada altura, já não sabe muito bem se quer estar aqui.
Leio os meus posts e acho que digo sempre o mesmo. Que estou farta. Chateada. Aborrecida. Zangada. E, por fim, indecisa. Sempre indecisa. Sempre na linha ténue do "faço ou não faço".
Não estou farta da minha vida, nem pouco mais ou menos. Não estou, aliás, farta de nada. Mas tenho-me apercebido que, ultimamente, arranjo uma série de subterfúgios para não me confrontar com o que realmente importa. Porquê, é a questão que me vem muitas vezes ao pensamento. E lá no fundo eu até sei a resposta. Só não quero é pô-la em prática.
Passamos a vida a correr atrás de qualquer coisa e quando finalmente a temos, achamos que volta a faltar, novamente, qualquer coisa.
Pode parecer estúpido ou, se calhar, é já defeito profissional antecipado mas, tenho medo de ter medo. Tenho medo de ter medo e não conseguir resolver esse medo (é confuso, eu sei!!... acho que nem eu consigo dissecar o que escrevi embora, saiba perfeitamente o que significa).
Basicamente, tenho medo. Medo de ter medo não sei bem do quê.
Parece-me que este "redimensionar" que me surgiu, de repente na cabeça, deve querer dizer "rever". Rever prioridades, objectivos, sentimentos ou a falta deles, emoções, vontades, metas...
Dou por mim, sentada aqui, sem saber se é aqui que quero estar, se afinal é isto que quero fazer, se poderia fazer outra coisa, se poderia fazer melhor ou pior.
Gostava de me contentar só e pronto. De não querer saber sempre o que está por trás. De não me sentir assim. Assim desta forma insatisfeita, de quem, a dada altura, já não sabe muito bem se quer estar aqui.
Leio os meus posts e acho que digo sempre o mesmo. Que estou farta. Chateada. Aborrecida. Zangada. E, por fim, indecisa. Sempre indecisa. Sempre na linha ténue do "faço ou não faço".
Não estou farta da minha vida, nem pouco mais ou menos. Não estou, aliás, farta de nada. Mas tenho-me apercebido que, ultimamente, arranjo uma série de subterfúgios para não me confrontar com o que realmente importa. Porquê, é a questão que me vem muitas vezes ao pensamento. E lá no fundo eu até sei a resposta. Só não quero é pô-la em prática.
Passamos a vida a correr atrás de qualquer coisa e quando finalmente a temos, achamos que volta a faltar, novamente, qualquer coisa.
Pode parecer estúpido ou, se calhar, é já defeito profissional antecipado mas, tenho medo de ter medo. Tenho medo de ter medo e não conseguir resolver esse medo (é confuso, eu sei!!... acho que nem eu consigo dissecar o que escrevi embora, saiba perfeitamente o que significa).
Basicamente, tenho medo. Medo de ter medo não sei bem do quê.
quinta-feira, maio 01, 2008
“Sonhamos em forma de narrativa, fantasiamos acordados em narrativa, recordamos, antecipamos, temos esperança, ficamos desesperados, acreditamos, duvidamos, planeamos, revemos, criticamos, construímos, aprendemos, odiamos, amamos em narrativa. Para vivermos, construímos histórias acerca de nós próprios e dos outros, acerca do passado e do futuro, pessoal e social.”
Hardy
Hardy
segunda-feira, abril 28, 2008
No teu Poema
No teu poema
Existe um verso em branco e sem medida
Um corpo que respira, um céu aberto
Janela debruçada para a vida
No teu poema existe a dor calada lá no fundo
O passo da coragem em casa escura
E, aberta, uma varanda para o mundo.
Existe a noite
O riso e a voz refeita à luz do dia
A festa da senhora da agonia
E o cansaço
Do corpo que adormece em cama fria.
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe o grito e o eco da metralha
A dor que sei de cor mas não recito
E os sonhos inquietos de quem falha.
No teu poema
Existe um cantochão alentejano
A rua e o pregão de uma varina
E um barco assoprado a todo o pano
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe a esperança acesa atrás do muro
Existe tudo o mais que ainda escapa
E um verso em branco à espera de futuro.
Carlos do Carmo
Existe um verso em branco e sem medida
Um corpo que respira, um céu aberto
Janela debruçada para a vida
No teu poema existe a dor calada lá no fundo
O passo da coragem em casa escura
E, aberta, uma varanda para o mundo.
Existe a noite
O riso e a voz refeita à luz do dia
A festa da senhora da agonia
E o cansaço
Do corpo que adormece em cama fria.
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe o grito e o eco da metralha
A dor que sei de cor mas não recito
E os sonhos inquietos de quem falha.
No teu poema
Existe um cantochão alentejano
A rua e o pregão de uma varina
E um barco assoprado a todo o pano
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe a esperança acesa atrás do muro
Existe tudo o mais que ainda escapa
E um verso em branco à espera de futuro.
Carlos do Carmo
sábado, abril 26, 2008
sexta-feira, abril 25, 2008
terça-feira, abril 22, 2008
Orgulho
orgulho
substantivo masculino
1.
conceito exagerado que alguém faz de si próprio;
2.
vaidade;
3.
soberba; altivez;
4.
dignidade; brio; pundonor;
(Do germ. urgôli, «altivez», pelo cat. orgull, «orgulho», pelo cast. orgullo, «id.»)
Aparentemente é só um conceito.
Aplicado à realidade torna-se estúpido, por vezes.
Quem usa e abusa dele não sei o que ganha, o que leva, o que mantém.
Será, então, rancor?
Talvez...
substantivo masculino
1.
conceito exagerado que alguém faz de si próprio;
2.
vaidade;
3.
soberba; altivez;
4.
dignidade; brio; pundonor;
(Do germ. urgôli, «altivez», pelo cat. orgull, «orgulho», pelo cast. orgullo, «id.»)
Aparentemente é só um conceito.
Aplicado à realidade torna-se estúpido, por vezes.
Quem usa e abusa dele não sei o que ganha, o que leva, o que mantém.
Será, então, rancor?
Talvez...
segunda-feira, abril 21, 2008
domingo, abril 20, 2008
Resume-se
Penso nas pessoas que passaram na minha vida, nas que ainda estão presentes, nas que conheço recentemente, no que fiz da minha vida, no que ainda me espera, no que quero ser, no que quero ter, concluo: tem muito a ver com pessoas, com o significado delas para mim. As pessoas que com os seus defeitos, amores, virtudes, orgulhos, pecados, desejos, me têm feito rir ou chorar, me têm feito crescer mas nunca regredir. É, nunca regredir. Porque com cada uma aprendo, admiro, amo, desprezo, ignoro. Isso faz-me crescer. Faz-me querer ser melhor comigo e com os outros. Comigo! O mais importante é querer ser melhor comigo. Esqueço-me algumas vezes de ser melhor comigo. E são as pessoas que me dão a mão, as que me abraçam, que me amam, as que me enganam, as que me magoam, são essas que me têm levado a perceber que tenho de ser melhor comigo.
sábado, abril 19, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
Saudade
É uma sensação que mói.
Mói, por dentro, quase de forma imperceptível.
Aperta-nos o peito.
Provoca-nos tristeza.
Tira-nos, por vezes, o alento.
E outras quase que parece que nos mata.
Mas não. Não mata. Só desgasta.
Mói, por dentro, quase de forma imperceptível.
Aperta-nos o peito.
Provoca-nos tristeza.
Tira-nos, por vezes, o alento.
E outras quase que parece que nos mata.
Mas não. Não mata. Só desgasta.
quarta-feira, abril 09, 2008
quinta-feira, março 27, 2008
Fiel é nome de cão
A maioria das pessoas não está feliz, está digamos: insatisfeita! Querem o que não têm, não valorizam o que têm, não querem o que têm, mas quando já não têm querem. Trata-se da insatisfação natural do ser humano. Entra agora uma nova característica própria da nossa geração e que tende a piorar na próxima, a falta de princípios, de valores, que fariam com que metade do sofrimento que provocamos e que nos provocam não existisse. A maioria das pessoas não sabem o real significado das palavras, fidelidade, lealdade, respeito, e só reconhecem o verdadeiro significado quando sentem aquilo que provocam nos outros. Não lhe posso chamar falta de experiência, nem falta de maturidade, porque mesmo assim continuamos a fazê-lo. É mesmo falta de princípios. Respeito é o que devemos sentir pelos outros, porque só assim nos respeitamos também, fidelidade é manter puro o compromisso que se estabeleceu com a outra pessoa, mas lealdade, lealdade é o que muitos não sabem o que é. Lealdade é nunca perder o respeito pela pessoa que está ao nosso lado. A lealdade não é submissão, é antes, o profundo respeito que deveríamos ter pelos outros e acima de tudo por nós. Portanto pergunto: se quero mudar de vida, quero viver outras coisas, porque é que não o digo, porque é que não o faço? Porque eu quero quando não tenho e não posso correr esse risco, justifico-me com o que me parece que a outra pessoa quer ouvir, e continuo a viver a minha vida, protesto com o: eu só vivo uma vez, mas no fundo é tudo porque eu não respeito a pessoa que tenho ao meu lado, porque essa pessoa não conquistou o direito de ser respeitada. Então não lhe dou oportunidade de saber o chão que pisa. Porque assim estou a abrir uma porta para que essa pessoa saia da minha vida e eu posso arrepender-me. É melhor continuar a ser desleal, viver uma relação a 50% e outra (s) a 50% e até faz 100%! Vivo intensamente, assim ninguém sofre (eu não sofro, muito mais importante). E eu não me arrependo.
Eu gostava de ter conquistado o direito de ser respeitada, gostava de saber o chão que piso, gostava de sentir lealdade ainda mais do que fidelidade, porque pior que se ser infiel é ser-se desleal. Eu gostava mas ainda não conquistei.
Eu gostava de ter conquistado o direito de ser respeitada, gostava de saber o chão que piso, gostava de sentir lealdade ainda mais do que fidelidade, porque pior que se ser infiel é ser-se desleal. Eu gostava mas ainda não conquistei.
quarta-feira, março 26, 2008
segunda-feira, março 24, 2008
Decisões...
Nem sempre são fáceis.
Fazem parte da vida. E magoam. Magoam a alma. Geram dúvidas.
Mas são sinal de maturidade.
Ainda assim, não deixam, algumas, de custar a quem as toma e a quem tem de as aceitar.
Preciso de apanhar ar nos neurónios. De me encontrar. De me ouvir. De estar só comigo.
Mesmo que para isso tenha que perder. Tenha que optar entre a sinceridade e a ausência de harmonia comigo própria.
Às vezes, sinto que estou perdida. Que perdi o centro do meu mundo. E não quero.
Não posso dar o que eu própria não tenho neste momento.
Só posso perder, agora.
Com a incerteza se alguma vez vou voltar a ter.
Fazem parte da vida. E magoam. Magoam a alma. Geram dúvidas.
Mas são sinal de maturidade.
Ainda assim, não deixam, algumas, de custar a quem as toma e a quem tem de as aceitar.
Preciso de apanhar ar nos neurónios. De me encontrar. De me ouvir. De estar só comigo.
Mesmo que para isso tenha que perder. Tenha que optar entre a sinceridade e a ausência de harmonia comigo própria.
Às vezes, sinto que estou perdida. Que perdi o centro do meu mundo. E não quero.
Não posso dar o que eu própria não tenho neste momento.
Só posso perder, agora.
Com a incerteza se alguma vez vou voltar a ter.
terça-feira, março 18, 2008
zabafo
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAh
já me sinto muito melhor.
desculpem o zabafo, seduzo que tenha alguma coisa a ver com mudanças ou assim, caté fazia outras coisas, mas despois rependia-me intão grintei, é milhor né? cagente sente-se liviada. fas bem. calma a gente.
prontos é isto.
já me sinto muito melhor.
desculpem o zabafo, seduzo que tenha alguma coisa a ver com mudanças ou assim, caté fazia outras coisas, mas despois rependia-me intão grintei, é milhor né? cagente sente-se liviada. fas bem. calma a gente.
prontos é isto.
quarta-feira, março 12, 2008
quarta-feira, março 05, 2008
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Imortalidade
Já passou mais de um ano.
Já passou tanto tempo e ao mesmo tempo parece que foi ontem. Ontem que foste sem retorno.E no entanto, há coisas que quase parecem iguais. Que se mantêm no mesmo sítio. Da mesma forma. Com o mesmo cheiro. E eu questiono-me, se é a minha tentativa de imortalizar. De te manter próximo mesmo sem estares presente. Não me conformo, não consigo.
Tenho tudo presente.
Lembro-me de ti a toda a hora.
Lembro-me do nosso último abraço. Às vezes parece que o sinto ainda.
Dos teus olhos a cruzarem os meus, pela última vez, em que ambos sabiamos o que ia acontecer;
Da última vez que nos rimos, por causa do preço dos pneus;
Do medo que tinhas que eu te apanhasse a andar de bicicleta na marginal;
Do dia em que me deste, orgulhosamente, a caixa de música;
Do dia da vacina;
Da frase "chegou a minha menina!"
Do dia em que foste para o hospital e do teu alívio quando me viste e da aflição que tinhas na cara por me veres chorar;
Do abraço que deste a avó naquele dia em que não precisaste de palavras para lhe dizeres que a amavas incondicionalmente (como ela te ama a ti!);
De te dizer adeus, quando passava por ti, de manhã, no banco do jardim e da tua cara de gozo a dizeres adeus sem saberes muito bem a quem;
Lembro-me de tudo.
E tenho pena. Pena de não te ter dito, ainda mais, o quanto gostava de ti. A importância que tinhas. O que representavas.
E depois, depois temos aquelas coisas todas, que vejo todos os dias. Que te mantêm perto. Como a bicicleta, que está no mesmo sítio. A praia de Carcavelos. O banco do S. Jorge. A caixa de música. A estrela do mar que tenho no braço. No fim, são tudo coisas que te imortalizam.
Tenho saudades tuas, Avô Carlos. Do teu amor e dos teus abraços.
Já passou tanto tempo e ao mesmo tempo parece que foi ontem. Ontem que foste sem retorno.E no entanto, há coisas que quase parecem iguais. Que se mantêm no mesmo sítio. Da mesma forma. Com o mesmo cheiro. E eu questiono-me, se é a minha tentativa de imortalizar. De te manter próximo mesmo sem estares presente. Não me conformo, não consigo.
Tenho tudo presente.
Lembro-me de ti a toda a hora.
Lembro-me do nosso último abraço. Às vezes parece que o sinto ainda.
Dos teus olhos a cruzarem os meus, pela última vez, em que ambos sabiamos o que ia acontecer;
Da última vez que nos rimos, por causa do preço dos pneus;
Do medo que tinhas que eu te apanhasse a andar de bicicleta na marginal;
Do dia em que me deste, orgulhosamente, a caixa de música;
Do dia da vacina;
Da frase "chegou a minha menina!"
Do dia em que foste para o hospital e do teu alívio quando me viste e da aflição que tinhas na cara por me veres chorar;
Do abraço que deste a avó naquele dia em que não precisaste de palavras para lhe dizeres que a amavas incondicionalmente (como ela te ama a ti!);
De te dizer adeus, quando passava por ti, de manhã, no banco do jardim e da tua cara de gozo a dizeres adeus sem saberes muito bem a quem;
Lembro-me de tudo.
E tenho pena. Pena de não te ter dito, ainda mais, o quanto gostava de ti. A importância que tinhas. O que representavas.
E depois, depois temos aquelas coisas todas, que vejo todos os dias. Que te mantêm perto. Como a bicicleta, que está no mesmo sítio. A praia de Carcavelos. O banco do S. Jorge. A caixa de música. A estrela do mar que tenho no braço. No fim, são tudo coisas que te imortalizam.
Tenho saudades tuas, Avô Carlos. Do teu amor e dos teus abraços.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Se um dia...
...eu fosse Ministra, seria a Ministra da Felicidade.
Já estou a imaginar... "Sua Exa. D. Nufs, a Ministra da Felicidade, apresenta as propostas para o ano de 2008..."
Já estou a imaginar... "Sua Exa. D. Nufs, a Ministra da Felicidade, apresenta as propostas para o ano de 2008..."
terça-feira, fevereiro 19, 2008
domingo, fevereiro 17, 2008
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Para a Carlota
Alicia Keys - Superwoman
Everywhere I'm turning
Nothing seems complete
I stand up and I'm searching
For the better part of me
I hang my head from sorrow
Slave to humanity
I wear it on my shoulders
Gotta find the strength in me
Cause I am a Superwoman
Yes I amYes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yesI'm a Superwoman
For all the mothers fighting
For better days to come
And all my women, all my women sitting here trying
To come home before the sun
And all my together
Say yes I will
Yes I can
I am a Superwoman
Yes I amYes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yesI'm a Superwoman
When I'm breaking down
And I can't be found
And I start to get no one knows
Me underneath these clothes
But I can fly
We can fly, Oooohh
Cause I am a Superwoman
Yes I amYes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
Everywhere I'm turning
Nothing seems complete
I stand up and I'm searching
For the better part of me
I hang my head from sorrow
Slave to humanity
I wear it on my shoulders
Gotta find the strength in me
Cause I am a Superwoman
Yes I amYes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yesI'm a Superwoman
For all the mothers fighting
For better days to come
And all my women, all my women sitting here trying
To come home before the sun
And all my together
Say yes I will
Yes I can
I am a Superwoman
Yes I amYes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yesI'm a Superwoman
When I'm breaking down
And I can't be found
And I start to get no one knows
Me underneath these clothes
But I can fly
We can fly, Oooohh
Cause I am a Superwoman
Yes I amYes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
terça-feira, fevereiro 05, 2008
segunda-feira, janeiro 28, 2008
domingo, janeiro 27, 2008
terça-feira, janeiro 22, 2008
2008

Tinha decicido que este ia ser o ano da viragem.Da minha viragem. Pode parecer estúpido, mas nós damos muita importância aos rituais de início e fim. E por isso, tinha uma lista de objectivos para 2008 interminável.Andei a fazê-la durante mais de um mês. E eram todos objectivos realistas, nada de coisas como por exemplo, passar a ter o rabo da Gisele e afins...
Entretanto, passaram 22 dias desde o início do ano e eu dou por mim a escrever as coisas no passado. De repente, parece que nada faz sentido, que as coisas permanecem inalteráveis e que eu não tenho vontade de as fazer mudar. Sim, porque depende de mim e só de mim, mudá-las, melhorá-las, waht ever...
Nos últimos dias, tenho-me deparado com uma inércia que desconhecia. Ando irritada (a sério, ando mesmo!), chateada, arreliada, sem paciência (ainda menos), cansada e mais uma data de coisas da família destas últimas. A rotina é sempre a mesma. Tudo quase milimétricamente igual. Os problemas são os mesmos, as soluções nenhumas.
O que resalmente me chateia, é que eu não sou assim. Não tenho feitio para baixar os braços ou enfiar a cabeça na areia e ultimamente é o que tenho feito de melhor. Aliás, o meu nome do meio podia passar a ser avestruz. Auto-comiseração? Não me parece. Porque se fosse, qual a razão? Desconheço por completo.
Apetecia-me ser invisível. Ao menos assim, nem eu própria me via ao espelho, o que já era bom.
PS: Não, isto não é uma carta de suícidio.OK??? ( apesar da taxa de loucura, gosto muito de cá andar!!!!)
sábado, janeiro 12, 2008
quinta-feira, janeiro 10, 2008
Segundo o Zodíaco, samos:
CARNEIRO: o Diabo de desafio enérgico.
Aventureiro e espontâneo. Confiante e entusiástico. Divertido. Ama um desafio. EXTREMAMENTE impaciente (jura?). Às vezes egoísta. Fusível curto (enfurece facilmente). Vivido, inteligência apaixonada e afiada. Gosta de sair. Perde interesse depressa - facilmente entediado. Egoístico (isto repete-se). Corajoso e afirmativo. Tende a ser físico e atlético.
VIRGEM: O Perfeccionista.
Dominante em relações. Conservador (depende). Sempre quer a última palavra. Argumentativo. Preocupado. Muito inteligente (é, somos assim, que fazer?). Antipatiza com barulho e caos. Ansioso. Trabalhador. Leal. Bonito. Fácil de falar. Difícil de agradar. Severo. Prático e muito exigente. Frequentemente tímido (até chateia). Pessimista (não concordo).
Aventureiro e espontâneo. Confiante e entusiástico. Divertido. Ama um desafio. EXTREMAMENTE impaciente (jura?). Às vezes egoísta. Fusível curto (enfurece facilmente). Vivido, inteligência apaixonada e afiada. Gosta de sair. Perde interesse depressa - facilmente entediado. Egoístico (isto repete-se). Corajoso e afirmativo. Tende a ser físico e atlético.
VIRGEM: O Perfeccionista.
Dominante em relações. Conservador (depende). Sempre quer a última palavra. Argumentativo. Preocupado. Muito inteligente (é, somos assim, que fazer?). Antipatiza com barulho e caos. Ansioso. Trabalhador. Leal. Bonito. Fácil de falar. Difícil de agradar. Severo. Prático e muito exigente. Frequentemente tímido (até chateia). Pessimista (não concordo).
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Yap
que enerbaância as aulas de 3ª feira
superstições, ilusões, falta de memória, na volta não existo....é o que parece. mas como nem tudo o que parece é...se calhar...sou
superstições, ilusões, falta de memória, na volta não existo....é o que parece. mas como nem tudo o que parece é...se calhar...sou
terça-feira, janeiro 08, 2008
terça-feira, janeiro 01, 2008
quarta-feira, dezembro 26, 2007
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Last Christmas - Wham - the best video here !!!
Porque é Natal e porque, secretamente eu ainda sou apaixonada pelo George...
domingo, dezembro 16, 2007
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Acho que são nervos
E eis que a ansiedade começa a tomar conta de mim, só porque hoje vou (vamos, nós duas) apresentar um trabalho oralmente, esta coisa entra-se-me pelo organismo adentro…
quinta-feira, novembro 29, 2007
Carta de Amor
Querida Madalena:
Hoje fazem 3 anos que nasceste.
Que me tornaste uma pessoa feliz.
Que me mostraste que é possível amar incondicionalmente.
Que o simples facto de me abraçares torna tudo subjectivo.
Todos os dias penso no teu futuro. Penso no que gostaria que fosses. E tenho medo de não conseguir proporcionar-te isso. Tenho medo, inclusivamente, que cresças e que te confrontes com coisas, contra as quais eu não vou poder proteger-te.
Lembro-me que, ao fim de uma semana de nasceres, tive uma crise existencial. Porque não queria que crescesses. Queria-te ali pequenina. No meu colo e para sempre. No colo que vai estar sempre disponível para ti e por ti.
O que eu mais desejo é que sejas feliz. Acima de tudo. E acho que, até agora, alcancei o meu objectivo. Porque todos os dias, quando acordas, e enrolas os teus bracinhos à volta do meu pescoço e dizes "bom dia, mamã!" eu te sinto feliz.
Tenho uma data de coisas para te agradecer no entanto, a mais importante é o facto de teres feito de mim um Ser Humano melhor. E mais forte também. Porque quando existem seres como tu nas nossas vidas, tudo se torna subjectivo e mais fácil de resolver. Até as perdas que achavamos insuperáveis.
Por isso, meu amor, acima de tudo , quero que tenhas sempre presente, ao longo da tua vida, que eu vou amar-te incondicionalmente. No matter what...
Com amor,
Mãe
quarta-feira, novembro 28, 2007
Pelo próximo

Não há muita gente que leia este blog. Mas os que lêem, são pouco mas bons.
Como tal, resolvi deixar aqui um apelo de ajuda a quem tem muito menos que nós. Não porque o Natal se aproxima, mas porque entendo que devo fazer algo com sentido. Por isso, tenho andado a investigar e, existem uma série de intituições que, garantidamente, beneficiariam com a ajuda de todos.
A lista que apurei para já é:
- Refúgio Aboim Ascensão
- Lar Envagélico Baptista do Porto
- Aldeias SOS
- Centro Comunitário de Carcavelos
Podemos ajudar com inúmeras coisas desde comida, roupa ou dinheiro.Ou até apenas com a nossa presença em voluntariado.
Fico a aguardar notícias....
terça-feira, novembro 27, 2007
Geração Rasca
*Artigo de Nuno Markl - para a geração dos 30*
"A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida. E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta. O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. "Quem? ", perguntou ele.
Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: "Tu que andas sempre descalço, TomSawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás,aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil,combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com oPatrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroínaque nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical,não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração :O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira.Quem,meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram,o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu deuma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia serduplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava comos amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo deuma canção.Confesso, senti-me velho...Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.Tudo bem,por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, elesvão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.Óbvio,nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai,está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo"Moleculuminfanticus", que não existiam antigamente.No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de "terno" nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas,porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração "rasca"...Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim. Sempre à rascade dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada."(Nota: ...os chocolates não eram gamados no "Pingo Doce"... Ainda se chamava"Pão de Açúcar"!!!)"
"A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida. E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta. O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. "Quem? ", perguntou ele.
Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: "Tu que andas sempre descalço, TomSawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás,aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil,combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com oPatrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroínaque nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical,não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração :O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira.Quem,meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram,o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu deuma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia serduplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava comos amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo deuma canção.Confesso, senti-me velho...Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.Tudo bem,por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, elesvão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.Óbvio,nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai,está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo"Moleculuminfanticus", que não existiam antigamente.No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de "terno" nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas,porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração "rasca"...Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim. Sempre à rascade dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada."(Nota: ...os chocolates não eram gamados no "Pingo Doce"... Ainda se chamava"Pão de Açúcar"!!!)"
quinta-feira, novembro 22, 2007
segunda-feira, novembro 19, 2007
Eu e a Celine
Não há nada como vir trabalhar, ligar o pc, ir ao Youtube e ouvir o "Immortality" da Celine Dion com os Bee Gees. É que, em boa verdade, eu não suporto a mulher. Mas gosto dos Bee Gees. E gosto da letra. Mas não gosto da gaja. É que não gosto mesmo. Todo aquele cenário lamechas me enjoa... e eu até sou lamechas. Vou pensar sobre isto. Talvez chegue a alguma conclusão sobre este tido de relações (entre mim e a Celine, claro).
domingo, novembro 18, 2007
Pronto, 'tá bem!
Eeeeeeeeehhhh Diacho!!! O que é que se passa aqui???????
Venho apenas dizer que, este fim de semana, ouvi a expressão do ano e encontro isto cheia de músicas e dedicatórias????? Menina Carlota Fernada, já vi que "arresulbeu" ser um membro como deve de ser deste GRANDE blog.
Bem, mas eu só vinha mesmo cá dizer que, a frase do ano é a seguinte:
" o gajo apanhou um bubedêrão medonho!" (isto com um sotaque ribatejano cerrado!)
Tenho dito!
Venho apenas dizer que, este fim de semana, ouvi a expressão do ano e encontro isto cheia de músicas e dedicatórias????? Menina Carlota Fernada, já vi que "arresulbeu" ser um membro como deve de ser deste GRANDE blog.
Bem, mas eu só vinha mesmo cá dizer que, a frase do ano é a seguinte:
" o gajo apanhou um bubedêrão medonho!" (isto com um sotaque ribatejano cerrado!)
Tenho dito!
sábado, novembro 17, 2007
quarta-feira, novembro 14, 2007
Esta música, hoje, não me sai da cabeça
Life is just a lonely highway
I'm out here on the open road
I'm old enough to see behind me
But young enough to feel my soul
I don't wanna lose you baby
And I don't wanna be alone
Don't wanna live my days without you
But for now I've got to be without you
I've got a pocket full of money
And pocket full of keys that have no bounds
But then I think of lovin
And I just can't get you off of my mind
Babe can't you see
That this is killing me
I don't want to push you baby
And I don't want you to be told
It's just that I can't breathe without you
Feel like I'm gonna lose control
I've got a pocket full of money oh yes I do
And a pocket full of keys that have no bounds
But when it comes to lovin'
I just can't get you off of my mind, yeaaah
Am I a fool to think that there's a little hope
Yeah yeahhhhhheee yeah
Tell me baby, yeah
What are the rules the reasons and the do's and don'ts
Yeah yeahhhhhheee yeah
Tell me baby tell me baby, yeah
What do you feel inside?
I've got a pocket full of money
And a pocket full of keys that have no bounds
Oh yeah
But when it comes down to lovin'
I just can't get you off of my mind, yeah
I just can't get you off of my mind, yeah.
I'm out here on the open road
I'm old enough to see behind me
But young enough to feel my soul
I don't wanna lose you baby
And I don't wanna be alone
Don't wanna live my days without you
But for now I've got to be without you
I've got a pocket full of money
And pocket full of keys that have no bounds
But then I think of lovin
And I just can't get you off of my mind
Babe can't you see
That this is killing me
I don't want to push you baby
And I don't want you to be told
It's just that I can't breathe without you
Feel like I'm gonna lose control
I've got a pocket full of money oh yes I do
And a pocket full of keys that have no bounds
But when it comes to lovin'
I just can't get you off of my mind, yeaaah
Am I a fool to think that there's a little hope
Yeah yeahhhhhheee yeah
Tell me baby, yeah
What are the rules the reasons and the do's and don'ts
Yeah yeahhhhhheee yeah
Tell me baby tell me baby, yeah
What do you feel inside?
I've got a pocket full of money
And a pocket full of keys that have no bounds
Oh yeah
But when it comes down to lovin'
I just can't get you off of my mind, yeah
I just can't get you off of my mind, yeah.
terça-feira, novembro 13, 2007
Isto é com certeza o princípio do fim
Uma bota de cada qualidade, eu trouxe calçada uma bota de CADA qualidade.
Isto não normal…………
Não sei se tenho vontade de rir se tenho vontade de chorar…é melhor rir.
Isto não normal…………
Não sei se tenho vontade de rir se tenho vontade de chorar…é melhor rir.
segunda-feira, novembro 12, 2007
Excertos
A loucura de estudar para genética comportamental, dá origem a este tipo de dissertações:
"Gene mutante é o nome científico dado aos filhos do padeiro" ( A propósito da Carlota ser diferente das irmãs)
"O meu tumor cerebral é funcionário público! Só funciona de 2ª à 6ª" (Relativo à dor de cabeça que me dá cabo do SNC há mais de 15 dias!!!)
É a vida...
"Gene mutante é o nome científico dado aos filhos do padeiro" ( A propósito da Carlota ser diferente das irmãs)
"O meu tumor cerebral é funcionário público! Só funciona de 2ª à 6ª" (Relativo à dor de cabeça que me dá cabo do SNC há mais de 15 dias!!!)
É a vida...
quinta-feira, novembro 08, 2007
Só para mulheres fenomenais
Tem sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos...
Mas o que é mais importante não muda;
A tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiveres viva, sente-te viva.
Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não conseguires correr através dos anos,
Trota
Quando não consigas trotar, caminha.
Quando não consigas caminhar, usa uma bengala.
Mas nunca te detenhas!!!
Madre Teresa de Calcutá
Mas o que é mais importante não muda;
A tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiveres viva, sente-te viva.
Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não conseguires correr através dos anos,
Trota
Quando não consigas trotar, caminha.
Quando não consigas caminhar, usa uma bengala.
Mas nunca te detenhas!!!
Madre Teresa de Calcutá
quarta-feira, novembro 07, 2007
sexta-feira, novembro 02, 2007
Ah??
"oh mãe, já acabaste de comer o cigarro para irmos brincar?" Madalena
Pois...está mesmo na hora de deixar de dar maus exexmplos à descendência...
Pois...está mesmo na hora de deixar de dar maus exexmplos à descendência...
quinta-feira, novembro 01, 2007
Tem dias..
Apetece-me escrever. Escrever tudo o que me vai na cabeça, na alma, na mente, no espírito ou lá o que lhe queiramos chamar. Apetece-me falar (sim Carlota, mais ainda) sobre tudo o que me afecta, me alegra, me rodeia, me identifico. No entanto, quando paro, chego à conclusão que todo este turbilhão de coisas esprimido não dá nada de jeito. Que sou só eu, once again, à procura de tudo e de nada. Que vou andar sempre assim. A eterna indecisa, que todos acham decidida.
Hoje foi um dia particularmente mau. Tive que ir ao cemitério. Sim, tive que ir, não porque que quisesse mas porque isso foi a vontade de alguém que me é muito importante. E, mais uma vez, confrontei-me com a perda irrecuperável de "alguéns" que já não voltam. Acho que foi isso que arruinou o meu dia. Aliás, quando reflicto sobre o assunto, da perda, concluo que quase tudo que nos preocupa é superficial. Que todos os problemas que temos comparados com estas perdas, não são nada. Passamos metade da vida a correr atrás do nada e a outra metade a lastimarmo-nos porque perdemos esse tempo. E de repente, acaba-se tudo. Do nada. E eu não quero viver na busca intermeninável de nada. Sou uma pessoa de intensidades. Tudo o que é muito light, rapidamente deixa de me interessar. O mais grave, é que eu tenho andado light. Faço porque sim, digo porque fica bem, etc. E eu não sou assim. Acho que, no fundo, é isso que me anda a chatear. Só que ainda não descobri a forma de dar a volta à situação, o que faz com que depois, nem eu própria me suporte. Ando irritada!
Hoje foi um dia particularmente mau. Tive que ir ao cemitério. Sim, tive que ir, não porque que quisesse mas porque isso foi a vontade de alguém que me é muito importante. E, mais uma vez, confrontei-me com a perda irrecuperável de "alguéns" que já não voltam. Acho que foi isso que arruinou o meu dia. Aliás, quando reflicto sobre o assunto, da perda, concluo que quase tudo que nos preocupa é superficial. Que todos os problemas que temos comparados com estas perdas, não são nada. Passamos metade da vida a correr atrás do nada e a outra metade a lastimarmo-nos porque perdemos esse tempo. E de repente, acaba-se tudo. Do nada. E eu não quero viver na busca intermeninável de nada. Sou uma pessoa de intensidades. Tudo o que é muito light, rapidamente deixa de me interessar. O mais grave, é que eu tenho andado light. Faço porque sim, digo porque fica bem, etc. E eu não sou assim. Acho que, no fundo, é isso que me anda a chatear. Só que ainda não descobri a forma de dar a volta à situação, o que faz com que depois, nem eu própria me suporte. Ando irritada!
sábado, outubro 27, 2007
sexta-feira, outubro 26, 2007
É
Estou cheia de frio.
Tenho uma p#$&% de uma dor de cabeça que não me passa.
Preciso de comprar um casaco novo.
Tenho 429 trabalhos para fazer.
Tenho que lavar o carro.
E prontos!
Tenho uma p#$&% de uma dor de cabeça que não me passa.
Preciso de comprar um casaco novo.
Tenho 429 trabalhos para fazer.
Tenho que lavar o carro.
E prontos!
quarta-feira, outubro 24, 2007
Nostalgia
Estou um bocada seca, eu sei...
Mas, depois de ouvir e re-ouvir este musicol vezes sem conta, dou por mim a pensar que a vida importa pelas pequenas coisas que nos fazem sentir bem. E que, estupidamente, passamos metade da vida à procura do superflúo e outra metade a lamuriarmo-nos porque não encontramos. E quando damos por nós, ela passou-nos ao lado.
Mas, depois de ouvir e re-ouvir este musicol vezes sem conta, dou por mim a pensar que a vida importa pelas pequenas coisas que nos fazem sentir bem. E que, estupidamente, passamos metade da vida à procura do superflúo e outra metade a lamuriarmo-nos porque não encontramos. E quando damos por nós, ela passou-nos ao lado.
A música mai linda que já alguma vez ouvi
Chuva
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
(É de Jorge Fernando e é cantada pela Mariza)
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
(É de Jorge Fernando e é cantada pela Mariza)
terça-feira, outubro 23, 2007
Amorar alguém
"eu amóro a minha mãe e o meu pai"
Madalena, 23/10/2007... pelo facto de eu lhe ter comprado 3 gomas.
Madalena, 23/10/2007... pelo facto de eu lhe ter comprado 3 gomas.
segunda-feira, outubro 22, 2007
Protesto
Eu e o blog rosinha fizemos uma reunião ultra secreta para avaliarmos o peso que tem tido a tua ausência. Assim e pelos poderes que os meus cerca de 30,12%, deste blog, me conferem tenho a dizer que se não te tornas mais assídua, MAIS PRESENTE, teremos que considerar a hipótese de te expulsar deste espaço, já que para Cérebro do Engenho, não tens cerebrado muito ultimamente. Assim, deixa-me que te diga sem rodeios:
OU TU COMEÇAS A ESCREVER OU ENTÃO! (não me ocorre assim nada de muito mau, para te dizer, neste momento, mas depois digo-te o que te acontece, ok?
Assinado:
Vice-Presidente do blog rosinha – 30,12%
Blog Rosinha
OU TU COMEÇAS A ESCREVER OU ENTÃO! (não me ocorre assim nada de muito mau, para te dizer, neste momento, mas depois digo-te o que te acontece, ok?
Assinado:
Vice-Presidente do blog rosinha – 30,12%
Blog Rosinha
segunda-feira, outubro 15, 2007
Racional vs Emocional
Racionalmente sei o que NÃO quero.
Emocionalmente nada faz sentido, às vezes.
Racionalmente sei que tudo passa, é só uma questão de tempo.
Emocionalmente tenho medo de ficar agarrada a uma lembrança.
Racionalmente sei que sou capaz de voltar a dar.
Emocionalmente tenho medo de ter congelado.
Racionalmente tenho consciência que tudo tem um fim.
Emocionalmente acho que já vivi demasiados finais.
Racionalmente sigo em frente.
Emocionalmente tenho tendência para voltar atrás.
RACIONALMENTE VOU MAS É APANHAR GAMBUZINOS QUE ISTO PASSA!
EMOCIONALMENTE SÓ ME APETECE FUGIR...
Emocionalmente nada faz sentido, às vezes.
Racionalmente sei que tudo passa, é só uma questão de tempo.
Emocionalmente tenho medo de ficar agarrada a uma lembrança.
Racionalmente sei que sou capaz de voltar a dar.
Emocionalmente tenho medo de ter congelado.
Racionalmente tenho consciência que tudo tem um fim.
Emocionalmente acho que já vivi demasiados finais.
Racionalmente sigo em frente.
Emocionalmente tenho tendência para voltar atrás.
RACIONALMENTE VOU MAS É APANHAR GAMBUZINOS QUE ISTO PASSA!
EMOCIONALMENTE SÓ ME APETECE FUGIR...
sábado, outubro 13, 2007
sexta-feira, outubro 05, 2007
Parques infantis
Descobri hoje, no decorrer de uma ida a um parque infantil para ver se Madalena descarregava as baterias, que estes locais sao autenticos viveiros de de familias monoparentais que se observam umas as outras, na tentativa de nao se sentirem diferentes das poucas familias tipicas que ainda sobrevivem. Vim de la muito mais feliz. Diria mesmo que me senti na moda!
Nota: A falta de alguns acentos nas palavras é culpa do teclado... nao é msn a mais. Juro!
Nota: A falta de alguns acentos nas palavras é culpa do teclado... nao é msn a mais. Juro!
quinta-feira, outubro 04, 2007
quarta-feira, setembro 26, 2007
falar do quê exactamente?
de mim? de ti?, ou é melhor falar de nós? talvez falar do outros, dos outros há sempre o que dizer, podemos falar do cabelo, da unhas, dos óculos novos que comprou, da roupa que usa, a combinação das cores, da forma como fala, mas falamos bem ou mal? de mim, de ti ou dos outros? dos que excluímos ou dos que incluímos? falar mal é constatar factos ou é inventar? dizer bem é realçar o que se gosta e fechar os olhos ao que não se gosta? falar dos olhos de alguém, da saudade, da insatisfação, da irritação, da alegria, do amor, da Madalena, do nosso carro, da música que cantamos, falar, falar, falar…não faço outra coisa que seja falar eu queria mesmo era encontrar…
A/c: Menina Carlota Fernanda - parte II
E ainda te digo mais, com tanta coisa que se passa neste país, como é que tu não arranjas 2 minutos para escreveres aqui qualquer coisinha e cumprires o teu dever de cidadã deste Portugal maravilhoso. Shame on you! Sim, porque eu dou-te as ideias, promovo a discussão contigo sobre os mais variados assuntos, mando-te mails a implorar-te que publiques as coisas no blog e tu, NADA!!! No fundo, está provado por A+B que eu sou o cérebro deste engenho e, como pessoa altruísta que sou, dei-te uma oportunidade para beberes da minha sabedoria.... mas tu, vá-se lá perceber porquê, não percebeste. É triste...
A/c: Menina Carlota Fernanda
Parece impossível, Carlota Fernanda, que deixes o teu blog chegar a este ponto de abandono. Devia fazer uma queixa tua...
Ass: Nufas Micaela
Ass: Nufas Micaela
quinta-feira, setembro 13, 2007
quarta-feira, setembro 12, 2007
domingo, setembro 09, 2007
sábado, setembro 08, 2007
quinta-feira, setembro 06, 2007
quarta-feira, setembro 05, 2007
Coisas para dizer
Era suposto eu ter qualquer coisa para dizer. Parece que não tenho. Mas gostava muito.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















